Pura maldade

EU LI MAS NÃO ACREDITEI! Primeiro, nosso governador disse que a imprensa exagera ao noticiar a violência no Rio de Janeiro. Disse que a imprensa é masoquista. Logo aqui com apenas dez ou quinze (quem se importa?) policiais mortos só em janeiro de 2018, um pouco mais de (olha que ridículo) seiscentas ocorrências de tiroteios apenas no primeiro mês do ano!? Continuar lendo →

Entre a Terra Santa e Caruaru

JÁ FAZ ALGUNS ANOS, fui acompanhar meu pai, que já muito saudoso, desejava rever a família em Caruaru, terrinha mais famosa nos dias de São João com sua fogueira altíssima – eles se orgulham da altura da fogueira que montam todos os anos – e algumas outras tradições. Os bacamarteiros ainda sobrevivem, mas a Maria Fumaça da qual cantava Luiz Gonzaga não passa mais por lá. Só restaram os trilhos, que ainda passam por trás da casa da minha tia em direção a uma pracinha ali perto. Continuar lendo →

Velharias do baú

JESUS DISSE QUE um escriba bem instruído tira coisas novas e coisas velhas de seu “baú”. E parece que resolveram tirar de lá essa história de heresia da música “Ninguém explica Deus”, do grupo Preto no Branco. Só que continuo sem fé nos escribas de Facebook, me perdoem. “Ninguém explica Deus” e “Tudo se explica em Deus” são coisas diferentes. Isso não pode ser, de forma alguma, uma correção nem mesmo resposta àquilo. Continuar lendo →

Teologia em crônicas

ENQUANTO MUITOS TEÓLOGOS BRASILEIROS buscam criar uma teologia tupiniquim, talvez motivados pelo desconstrucionismo e descolonização – Deus me livre entrar nessa furada! -, cismei com outra ideia: por que não “teologar” em forma de crônica? A crônica é tão brasileira. Vai que dá certo mesmo sem o talento de um Veríssimo, Jabor ou Lispector… por que não? Posso muito bem me valer daquela máxima da cultura evangélica sobre “capacitados e escolhidos” – quem ler entenda – e que ninguém me julgue! Continuar lendo →